Mortu Nega

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(França, Guiné-Bissau 1988).

De Flora Gomes. Com Bia Gomes, Mamadu Uri Balde, Tunu Eugenio Almada. Drama em cores/85’.


Ano de 1973. Diminga acompanha um grupo de guerrilheiros camuflados que, no meio do mato, percorre os trilhos usados para levar abastecimentos de Conakri para a frente de combate, onde luta o seu marido, Saco. Dá-se conta que o país que atravessa é terra queimada. Há morte por todo o lado, mas a esperança mantém-na bem viva. No acampamento onde Saco se encontra, mal tem tempo para estar com ele. Progride a luta dos revoltosos, a certeza da vitória comanda. 1977. A guerra terminou. Mas não chega verdadeiramente a terminar. É certo que, onde Diminga vive, por entre lágrimas, há grandes manifestações de alegria. Mas a seca impera, ela tem o marido doente e outra luta começa. Tão dura é a realidade que só o poder dos deuses, os velhos deuses da terra, lhe poderá valer.

* Mostra de Veniza 1988 - Prêmio da C.I.C.A.E. * FESPACO 1989- Prêmio Oumarou Ganda * Journées cinématographiques de Carthage 1990 - Tanit de bronze

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