Mulheres no Documentário


Coleção composta por documentários dirigidos ou co-dirigidos por mulheres.



Filmes da coleção

  • Angano... Angano... Contos de Madagascar
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Angano... Angano... Contos de Madagascar

Angano... Angano... Nouvelles de Madagascar (França, Madagascar 1989). De César Paes, Marie-Clémence. Em cores/65’.

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Sinopse


Em Madagascar, país de tradição oral, a história se conta em poesia. A palavra é dada aos contadores para que eles falem sobre a origem e a história da ilha, dos seus habitantes, conhecidos pelos contos, mitos e lendas.

DVD

  • Ao Lado
  • Ao Lado
  • Ao Lado
  • Ao Lado

Ao Lado

À côté (França 2007). De Stéphane Mercurio. Em cores/92’. Classificação etária 14 anos.

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Sinopse


Como é comum nos arredores de quase todos os estabelecimentos penais franceses, perto da prisão masculina de Rennes há um centro de acolhimento para os parentes dos prisioneiros. Eles costumam freqüentá-lo antes e depois das visitas. Mesmo do lado de fora, os familiares vivenciam sua própria experiência da prisão, já que as regras e horários das visitas condicionam sua própria rotina. É preciso ter tempo e chegar bem cedo. Alguns segundos de atraso podem significar a suspensão de um contato longamente aguardado. Esperar é o verbo que estas pessoas, na maior parte mulheres, mais conjugam nesta prática que se repete todas as semanas.

DVD

Armando et la Politique

Armando et la Politique

(Alemanha, França, Itália 2008). De Chiara Malta. Em cores/75’.

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Sinopse

Armando é um ex socialista, conhecido por sua convicção incontornável, que votou em Berlusconi em 1994. Chiara, sua filha que é cineasta tenta de qualquer modo entender este fato (a eleição de Berlusconi), mas acaba sempre confrontando o Pai, a família e os amigos que negam absolutamente. Através da comédia e de uma análise familiar, a cineasta dirige sua investigação com perseverança e acaba por construir um retrato de uma sociedade com uma cultura política problemática.

DVD

  • Cineast(a)s
  • Cineast(a)s
  • Cineast(a)s

Cineast(a)s

Cineast(e)s (França 2013). De Julie Gayet, Mathieu Busson. Em cores/75’. Classificação etária Livre.

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Sinopse

Um filme dirigido por uma mulher é diferente de um filme feito por um homem? Por que existe tão poucos filmes feitos por mulheres? Mais de 20 cineastas apresentam a confiança em sua arte e discutem sobre o lugar as mulheres no cinema.

IFcinéma

  • Classified People
  • Classified People

Classified People

(França 1987). Em cores/60’.

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Sinopse

Um filme de Yolande Zauberman.


Filmado clandestinamente na África do Sul, este filme denuncia as fendas sociais e afetivas causadas pelo Aparthaid. Em 1948, a vida de Robert, que acreditava ser branco, balança... Ele é classificado como mestiço, e sua mulher e seus filhos, que "continuam brancos", o renegam. Ele refaz sua vida com Doris, que é negra, e juntos eles nos contam, com humor e cumplicidade, sua história trágica. Para estar engajado pela causa de um batalhão de mestiços, Robert se considerou mestiço e perdeu todos os seus direitos de "antigo negro". Sua história ilustra o absurdo e a crueldade do sistema de classificação que repousa pela cor da pele, mas também sobre os critérios econômicos e sociais.

DVD

  • Claude Lévi-Strauss por Ele Mesmo
  • Claude Lévi-Strauss por Ele Mesmo
  • Claude Lévi-Strauss por Ele Mesmo

Claude Lévi-Strauss por Ele Mesmo

Claude Lévi-Strauss par lui-même (França 2008). De Annie Chevallay, Pierre-André Boutang. Em cores/93’.

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Sinopse

O percurso intelectual do antropólogo francês centenário Claude Lévi-Strauss é retratado por meio de entrevistas concedidas por ele a partir da década de 60 e de fotografias, manuscritos e outros objetos de seu arquivo pessoal. Suas experiências e a evolução de seu pensamento ganha vida por meio de uma organização cronológica e temática. Aficcionado por música, ecologista convicto e defensor da diversidade dos povos, o pensador é o principal narrador de sua história, da infância no ateliê artístico do pai, à maturidade como pesquisador, vivendo em meio às sociedades indígenas da América Latina.

DVD

  • Contos e Desilusões da Corte
  • Contos e Desilusões da Corte

Contos e Desilusões da Corte

Contes et décomptes de la cour (França 1992). De Eliane de Latour. Em cores/70’.

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Sinopse


Em um harem no Niger, quatro esposas administram seus pequenos empreendimentos comerciais. Os laços com o exterior se tecem. Todo centavo que ganham é a expressão de uma força interior na luta contra o vazio. Mas a preferência do marido pela jovem 5ª esposa arruína tudo.

DVD

  • Custe o que custar
  • Custe o que custar

Custe o que custar

Coûte que coûte (França 1996). De Claire Simon. Em cores/90’.

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Sinopse


A diretora filmou durante seis meses a luta constante que uma pequena empresa leva para sobreviver e pagar as despesas e os salários dos seus empregados, para ela a comédia trágica do trabalho, tudo o que somos levados a fazer para viver em nosso mundo.

IFcinéma

  • Diga a Meus Amigos que Eu Morri
  • Diga a Meus Amigos que Eu Morri
  • Diga a Meus Amigos que Eu Morri
  • Diga a Meus Amigos que Eu Morri

Diga a Meus Amigos que Eu Morri

Dites à mes amis que je suis mort (França 2003). De Nino Kirtadzé. Em cores/87’.

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Sinopse


Mingrélie, Géorgia. Um carro faz uma irrupção na sala de uma casa antes de ser coberto por uma cortina negra. Os mortos e seus objetos fazem parte da vida cotidiana. Então, eles bebem e depois riem, comem, choram bastante... A família do defunto nunca está sozinha: Os próximos estão lá, a rádio; a televisão, e quando começa a cerimônia de condolências, tudo se mistura, o outro lado da morte é confundido, o real entra em metamorfose: alegria de viver e mistério da morte, inseparáveis, como se a vida celebrasse sua vitória sobre a morte. Tudo isso sob o olhar de uma mulher, Nino.
* FIPA D'OR 2004 Cinéma du Réel 2004- Prêmio Marcorelles *

DVD

IFcinéma

  • Divagações em um Quarto de Hotel
  • Divagações em um Quarto de Hotel

Divagações em um Quarto de Hotel

Divagations dans une chambre d?hôtel (França 2005). Em cores/25’.

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Sinopse

Filme de Philippe Barcinski, Dainara Toffoli.


De que maneira a palavra se articula com a linguagem corporal ? Como o movimento e o pensamento podem interagir, sobretudo em um corpo único? A partir destes questionamentos, Bruno Beltrão cria Eu e meu Coreógrafo no 63, espetáculo cuja remontagem cinematográfica resulta no filme Divagations. A interposição de imagens urbanas, fragmentadas e multiplicadas, acentuam a tensão e o caráter deslocado do solo. Seduzido pela street dance em 1993, quando tinha 13 anos, Beltrão não tarda a destacar-se como um dos seus principais representantes no Brasil. Para ele, o hip hop é a base da sua expressão. No entanto, com o Grupo de Rua de Niterói (sua cidade natal), que ele funda três anos mais tarde com Rodrigo Bernardi, o que este artista busca não é tanto se destacar, mas liberar-se de códigos e clichês: “o hip hop colocou em órbita um vocabulário rico e inovador. Agora, é preciso fazer com que entre em crise. Ao nos distanciarmos e dissecarmos o seu vocabulário, poderemos descobrir novas estéticas”. É neste sentido que ele tem trabalhado, com extraordinária maturidade, desde as suas primeiras obras, recorrendo sobretudo a processos de criação usados na dança contemporânea. Por sua dimensão intimista, pelo domínio da composição gestual, pela partitura sonora, constituída pela voz do dançarino, pela palavra em constante busca do sentido, Eu e meu Coreógrafo é um exemplo característico da linguagem elaborada por Bruno Beltrão. M. B.
DVD 2 da coleção "Paisagens Coreográficas Contemporâneas".