Cine Le Corbusier em Brasília

O encontro do Cinema Francês em Brasília.

O Cine Le Corbusier, Cineclube do Espaço Le Corbusier da Embaixada da França, continua em 2017 sua programação de cinema francês. Todos os filmes são legendados em português e as sessões, que acontecem sempre às quartas às 19h, são gratuitas! 

Para todos que querem desfrutar ou descobrir o cinema francês, basta solicitar o seu cartão de sócio através do: formulário de cadastro.

A maioria dos filmes apresentados no Cinemaison de Brasília faz parte do acervo da Cinemateca da Embaixada da França no Rio de Janeiro, constituído de mais de 600 filmes franceses, legendados em português, disponíveis para projeção não comercial.

CINEMAISON BRASÍLIA

Espaço Le Corbusier
Embaixada da França no Brasil
S.E.S Av. das Nações, Quadra 801 - Lote 04

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  • De Cabeça Erguida
  • De Cabeça Erguida
  • De Cabeça Erguida

25.10 às 19h De cabeça erguida

La Tête haute (França 2014). 
De Emmanuelle Bercot . Com Benoît MagimelCatherine DeneuveRod Paradot. Drama em cores/120’. 
A juíza Florence Baque conhece Malony quando tinha apenas seis anos, devido à negligência de sua mãe em cuidá-lo. Os anos passam e Malony torna-se um jovem delinquente, que rouba carros e agride as pessoas à sua volta, tanto verbalmente quanto fisicamente. Diante da situação, a juíza o encaminha para um centro de recuperação de delinquentes juvenis e ele passa a ter Yann como tutor. Obrigado a seguir as novas regras, Malony faz o possível para manter sua liberdade e intransigência.

  • Quando as Mulheres Intervêm
  • Quando as Mulheres Intervêm
  • Quando as Mulheres Intervêm
  • Quando as Mulheres Intervêm
  • Quando as Mulheres Intervêm

11.10 às 19h Quando as Mulheres Intervêm

Quand les femmes s'en mêlent (França 2003).
Documentário em cores/52’.
De Jean-Michel Gaillard e Stéphane Khémis.
Este filme relata a história do feminismo, do pós-guerra aos nossos dias, através de três gerações de mulheres. Apresentam-se, em primeiro lugar, as duras condições de vida da mulher ao término da guerra; logo surgem as primeiras reivindicações feministas, e, por fim, o recente movimento denominado “Ni putes, ni soumises” (“Nem putas nem submissas” ), que simboliza a difícil luta de algumas mulheres por alcançar um verdadeiro status. Uma narração que adquire todo seu sentido no exame alternado do destino social e da trajetória individual.

O Trovador

27.09 às 19h O trovador

Ópera na tela
De Guiseppe Verdi | Maestro: Daniele Callegari | Direção: Alex Ollé (La Fura del Baus) | Diretor musical: Philippe Jordan | Elenco: Ludovic Tézier, Hui He, Ekaterina Semenchuk, Marcelo Alvarez, Roberto Tagliavini e Marion Lebègue | Orquestra e Coro da Ópera de Paris | Duração: 2h10
Sinopse: O assunto de O Trovador foi tirado do drama espanhol de Antonio Garcia Gutierrez. Uma cigana, acusada pelo conde de Luna de ter jogado um feitiço sobre seu filho doente, foi queimada viva. Azucena, filha dela, quer se vingar; ela deseja matar um dos filhos do conde, mas se engana, e é seu próprio filho que ela joga em uma fornalha ardente. Ela transforma a outra criança em um trovador, que cresceu a seu lado acreditando ser seu filho, chamado de Manrique. É nessa situação que as cortinas se abrem.

  • Zero de Conduta
  • Zero de Conduta
  • Zero de Conduta

13.09 às 19h Zero de Conduta

Zéro de conduite (França 1933). 
De Jean Vigo. Comédia dramatica em preto e branco/47’. 
O filme remete às experiências escolares das crianças francesas baseadas nas memórias de Vigo sobre sua própria infância. Retrata um sistema educativo burocrático e repressivo diante do qual os estudantes empreendem verdadeiros atos de rebelião por vezes surreais, resultado de leituras libertárias da infância. O título faz referência a qualificação (nota) de um dos meninos recebem que lhes impede de sair no domingo. Também mostra a influência da obra de teatro Ubu Roi de Alfred Jarry.