Amantes Constantes

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Les Amants réguliers (França 2004).

De Philippe Garrel. Com Clotilde Hesmes, Julien Lucas, Louis Garrel. Drama em preto e branco/178’.

François tem 20 anos em Maio de 1968, tempo de revoltas estudantis em França. Os dias, as noites de Maio em Paris. Há cargas policiais sobre as barricadas construídas pelos jovens. É aí que pela primeira vez se cruza com Lilie, muito bela. Perseguido nos telhados, é encurralado, mas consegue escapar às malhas da polícia de choque. De manhã, sente que viveu uma guerra civil. François e seus amigos estão no apartamento de Antoine, rapaz burguês muito rico, herdeiro do pai que morreu muito novo. François escreve, é um poeta não publicado, com os seus amigos, artistas e estudantes. São uma dezena, têm entre 20 e 25 anos: fumar haxixe, a descoberta do ópio, mudar a vida, as festas, as miúdas... Lilie reaparece uma noite. O desejo de revolução é forte. Mais forte ainda o amor que vai nascer entre François e Lilie. Maio de 69 - Paris, a Europa, a juventude, tentações e perigos, tudo se mexeu muito, ou demasiado rápido. A vida de um grupo o seu fim - a revolução que se apaga... E o primeiro grande amor a morrer... * Leão de prata na Mostra de Veneza * * Melhor Direção e Melhor Fotografia no Festival de Veneza 2005 *


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