Charles Berling



Participação nos filmes

Agentes Secretos

Agentes Secretos

Agents secrets (França 2004). De Frédéric Schoendoerffer. Com Bruno Todeschini, Charles Berling, Monica Bellucci, Vincent Cassel. Em cores/109’.

Sinopse

Sinopse

Quatro agentes secretos franceses recebem a missão de realizar uma grande operação de sabotagem no Marrocos. Seu alvo é o contrabandista de armas russo Igor Lipovsky. Os agentes vão procurar impedir que ele envie um grande carregamento de armas para Angola, afundando seu barco. Um contato local fornecerá aos espiões todas as roupas, acessórios e, principalmente, os explosivos que serão colocados no barco por dois deles, Raymond e Loïc. Enquanto isso, os outros dois, o capitão Georges Brisseau e Lisa, vigiarão os arredores, instalados num grande hotel em Casablanca. Tudo vai bem até que um incidente inesperado coloca em risco seus planos.
  • Caindo no Ridículo
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Caindo no Ridículo

Ridicule (França 1996). De Patrice Leconte. Com Bernard Giraudeau, Charles Berling, Fanny Ardant, Jean Rochefort, Judith Godrèche. Em cores/98’. Classificação etária 14 anos.

Sinopse

Sinopse

Versalhes, 1780. A corte de Luis XVI e suas antecâmaras, onde estão reunidos o poder e a esperança: o poder dos ministros e dos poderosos do reino, a esperança de centenas de solicitadores oriundos da pequena nobreza. Grégoire Ponceludon de Malavoy chega de sua província natal para obter audiência com o rei e expor um grave problema: a drenagem das Dombes. Mas antes de se aproximar do rei, ele tem que passar pelos cortesãos e duelar com eles com a arma das tiradas espirituosas...

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Cenas de crimes

Cenas de crimes

Scènes de crimes (França 2000). De Frédéric Schoendoerffer. Com André Dussolier, Charles Berling, Djemel Barek, Eva Darlan, Ludovic Schoendoerffer, Pierre Mottet. Em cores/100’.

Sinopse

Sinopse

Região parisiense, início do inverno. Uma jovem, Marie Bourgoin, desaparece misteriosamente. A única pista: um folder turístico deixado no local com manchas de sangue. A brigada criminal de Versalhes é encarregada do inquérito. O comandante Fabian, o capitão Gomez e os peritos da polícia começam as investigações. As imediações do local são vasculhadas, os parentes e amigos interrogados, os elementos materiais analizados. Nenhuma pista é encontrada. Alguns dias mais tarde, ainda na região parisiense, dois corpos são desenterrados. Um deles é o de uma jovem loira que poderia ser Marie Bourgoin... Indicado para o César 2001 (Oscar francês): Melhor Primeiro Filme
Como matei meu pai

Como matei meu pai

Comment j'ai tué mon Père (França 2001). De Anne Fontaine. Com Emmanuelle Béart, Charles Berling, Dominique Reymond, Karole Rocher, Michel Bouquet, Olivier Perrier. Em cores/100’.

Sinopse

Sinopse

Jean-Luc é um quarentão que se deu bem na vida, pelo menos em aparência. Médico respeitado, casado com a belíssima Isa, ajuda seu jovem irmão que é ator, empregando-o na sua bela casa burguesa. Mas a vida de Jean-Luc e seus próximos é abalada no dia em que seu pai retorna, após um exílio voluntário de muitos anos. César 2002 (Oscar francês): Melhor Ator (Michel Bouquet) Locarno 2001: indicado para o Leopardo de Ouro

Cravate Club

(França 2002). De Frédéric Jardin. Com Charles Berling, Edouard Baer. Em cores/90’.

Sinopse

Sinopse

Sócios de uma firma de arquitetura, Bernard e Adrien têm estilos de vida tão opostos que rivalidade alguma conseguiria interferir na cumplicidade que os une. O cotidiano de Bernard é ritmado pelas alegrias e responsabilidades de uma vida de família modelo. A vida de Adrien é improvisada a cada dia, na sedução da desordem. O entendimento harmonioso entre os dois sócios é questionado no dia em que, não querendo faltar ao jantar mensal de seu clube, Adrien não vai ao aniversário de quarenta anos do amigo. Magoado, Bernard procura saber mais sobre este clube, cuja existência ignorava, e que combina tão pouco com a imagem que faz de Adrien. Quanto mais Bernard tenta compreender o mistério irrisório do clube, mais Adrien é evasivo, irritado pela possessividade inconveniente do amigo. Mortificado por sentir-se excluído do mundo de Adrien, a curiosidade de Bernard vira obsessão. Nada mais tem importância para ele, a não ser uma única pergunta: por que ele não pode fazer parte do clube de Adrien?
  • Destinos Sentimentais
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Destinos Sentimentais

Les Destinées sentimentales (França 2000). De Olivier Assayas. Com Charles Berling, Dominique Reymond, Emmanuelle Béart, Isabelle Huppert, Olivier Perrier. Em cores/180’.

Sinopse

Sinopse

Jean e Pauline se reencontram pela primeira vez em Barbazac, durante um baile: ela tem apenas vinte anos e ele é pastor, casado, pai de família e acaba de resignar-se ao fracasso de sua união com Nathalie. Em meio aos sobressaltos trágicos de um mundo em mutação, no qual abre-se a ferida incurável da Primeira Guerra Mundial, e onde desabam as certezas e as dinastias industriais, o amor de Jean e Pauline será mais forte do que tudo. * Cannes 2000: indicado para a Palma de Ouro * César 2001: indicado para Melhor Ator, Melhor Atriz, e Melhor Direção de Fotografia

  • Espionagem na Rede
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Espionagem na Rede

Demonlover (França 2002). De Olivier Assayas. Com Charles Berling, Dominique Reymond. Em cores/130’.

Sinopse

Sinopse

Espiã industrial se infiltra numa negociação entre empresas de pornografia online. Mas, num mundo onde nem tudo é o que parece, ela não sabe mais em quem confiar. Assim, acaba perigosamente perdida e sem conseguir escapar do jogo de intrigas que se forma.

Filles perdues, cheveux gras

Filles perdues, cheveux gras

(França 2002). De Claude Duty. Com Amira Casar, Charles Berling, Marina Foïs, Olivia Bonamy, Sergi Lopez. Em cores/95’.

Sinopse

Sinopse

Caminhos cruzados de três jovens perdidas na vida: Elodie quer encontrar sua filha, Natacha seu gato e Marianne sua alma. Elas finalmente acham a amizade e o amor, mas no percurso deparam com um sedutor maldoso, um etnólogo hospitaleiro, um terapeuta musculoso, um guerreiro massai, um aborígene, incas, mulheres-girafas e outros animais... Premiações: Cannes 2002: Semana internacional da Crítica, em competição. Prêmio Rail d'Or dos Cheminots Cinéphiles (ferroviários cinéfilos).
  • Horas de Verão
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Horas de Verão

L'Heure d'été (França 2008). De Olivier Assayas. Com Charles Berling, Jérémie Renier, Juliette Binoche. Em cores/102’. Classificação etária Livre.

Sinopse

Sinopse

Adrienne (Juliette Binoche), Jérémie (Jérémie Renier) e Frédéric (Charles Berling) são três irmãos obrigados a encarar as lembranças da família após a perda da mãe (Edith Scob), colecionadora de arte. Onde antes haviam memórias cândidas do passado, agora surgem confrontos inevitáveis. Revirar o baú de ossos familiares não é para qualquer um. Afasta até mesmo aquelas que parecem ser as mais civilizadas das criaturas.
  • Insoupçonnable
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Insoupçonnable

(França, Suíça 2009). Com Charles Berling, Dominique Reymond, Grégori Dérangère, Laura Smet, Marc-André Grondin. Em cores/95’.

Sinopse

Sinopse

De Gabriel Le Bomin.


Henri está convencido de que Lise, sua nova e jovem mulher, o ama sinceramente. E também está convencido de que Sam, o padrinho de seu casamento, é o irmão de Lise. A maquinação é perfeita. Bem, quase perfeita...