Daniel Auteuil



Participação nos filmes

  • O orgulho
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O orgulho

Le Brio (Bélgica, França 2017). De Yvan Attal. Com Daniel Auteuil. Em cores/’.

  • Os Ladrões
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Os Ladrões

Les Voleurs (França 1996). De André Techiné. Com Daniel Auteuil, Benoît Magimel, Catherine Deneuve. Em cores/117’.

Sinopse

Sinopse

Reencontro do trio que fez Minha Estação Preferida: o diretor André Techiné e os atores Catherine Deneuve e Daniel Auteuil. Um tira (Auteil) se envolve com a namorada do irmão, um gângster que acabou de ser assassinado e também com a amante dela, uma bela e madura professora (Deneuve). O filme provocou escândalo pelas tórridas cenas lésbicas protagonizadas por Catherine Deneuve.
  • Os Profissionais do Crime
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Os Profissionais do Crime

Le Deuxième souffle (França 2007). De Alain Corneau. Com Daniel Auteuil, Gérald Laroche, Gilbert Melki, Jacques Bonnaffe, Jacques Dutronc, Jean-Paul Bonnaire, Michel Blanc, Monica Bellucci, Nicolas Duvauchelle, Philippe Nahon. Em cores/155’.

Sinopse

Sinopse


Numa fuga espetacular, Gu, um famoso gângster condenado à prisão perpétua, decide deixar a França em companhia da amada Manouche. Seu problema maior é a falta de dinheiro, mas para isso organiza um grande assalto. A polícia francesa que busca capturá-lo arma uma plano que põe Gu contra seus companheiros de crime. Agora a lealdade e palavra dele serão postas em xeque, deixando-o somente com o apoio de Manouche. Ambos serão capazes de tudo para refazer os laços com a máfia.

Passage à L'Acte

(França 1996). De Francis Girod. Com Daniel Auteuil, Anne Parillaud, Marianne Denicourt, Michèle Laroque, Patrick Timsit. Em cores/105’.

Sinopse

Sinopse

O mundo parece sorrir para Antoine Rivière. Médico psicanalista, proprietário de uma casa de bela fachada de beira de rua, sua clientela lhe proporciona uma renda confortável e seus escritos lhe valem uma notoriedade crescente. Tudo continuaria de vento em popa se Antoine Rivière não tivesse cometido dois erros: aceitar Edouard Berg como paciente e dar continuidade ao tratamento. Assim, quando Berg diz ter matado sua mulher, Antoine Rivière não sabe se tem nas mãos um mitômano ou um assassino. Mas como ele poderia desconfiar que já é muito tarde e que a armadilha que o cerca já está armada?

Petites Coupures

(França 2001). Com Daniel Auteuil, Emmanuelle Devos. Em cores/91’.

Sinopse

Sinopse

O filme é uma espécie de vaudeville. Bruno, nosso intrépido herói, é um jornalista comunista, de convicções exauridas, que está indeciso entre a companheira de toda a vida, Gaëlle, a jovem amante, Nathalie, uma misteriosa e complicada desconhecida, Béatrice, pela qual se apaixona durante uma noite movimentada e a esposa frustrada de um político de meia tigela, Mathilde, aos pés de quem Bruno se joga, quando se crê abandonado pela precedente... Ou como Bruno, o típico “jovem não tem idade“, por ter querido acumular amores demais, perde-os todos, sucessivamente e quase perde a vida.
  • Pintar ou fazer amor
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Pintar ou fazer amor

Peindre ou faire l'amour (França 2005). De Jean-Marie Larrieu. Com Daniel Auteuil, Sabine Azema. Em cores/100’.

Sinopse

Sinopse

William (Auteuil) e Madeleine (Azéma) vivem numa pequena cidade no pé da montanha. Casados por muito tempo, levam uma vida tranquila. E agora estão sozinhos, já que a filha se mudou para a Itália. A vida dos dois se transforma quando decidem comprar uma nova casa pela qual se apaixonaram à primeira vista e arrumam um novo casal de amigos: Adam (López), um homem refinado e cego, e sua companheira Eva(Casar).
  • Sade
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Sade

(França 2000). De Benoit Jacquot. Com Daniel Auteuil, Isild Le Besco, Jean-Pierre Cassel. Em cores/100’.

Sinopse

Sinopse

Em 1974, sob o regime do terror, o Marquês de Sade retorna a prisão. O libertino escritor, considerado como homem imoral e indigno da sociedade, é encarcerado na clínica de Picpus. Trata-se de uma falsa casa de repouso onde ricos homens da sociedade salvam suas mentes e esvaziam seus bolsos. Agora que está sem dinheiro, Sade deve sua sobrevivência a sua amante, Marie-Constance Quesnet. Contudo, nesse universo de amáveis mulheres, o Marquês de Sade não tarda a recriar seu teatro e experimentar os limites da liberdade.