Flora Gomes

Biografia

Flora Gomes nasceu em 1949 em Cadique. Estudou cinema no ICAIC em Cuba e no Senegal. Trabalhou como repórter, ligado ao Ministério da Informação. É Câmera man, fotógrafo e cineasta na Guiné Bissau. Principais trabalhos: Mortu Nega, 1987, longa-metragem de ficção(Tanit de Bronze Cartago 1988, Melhor Filme de Estréia Fespaco 1989) Les yeux bleus de Yonta, 1992, longa-metragem, ficção (Um Certain Regard Cannes 1992, Tanit de Bronze Cartago 1992) Le Masque, 1993, curta-metragem, documentário. Po di Sangui, 1996, Longa-metragem, ficção.(Mostra Competitiva Cannes 1996, Tanit de prata Cartago 1996)




Participação nos filmes

  • A República di Mininus
  • A República di Mininus

A República di Mininus

La Republique des Enfants (França, Guiné-Bissau 2009). De Flora Gomes. Em cores/78’.

Sinopse

Sinopse

Num país em Guerra, assustados pelas tragédias que eles próprios provocaram, os adultos desaparecem, abandonando as crianças à sua sorte. Para conseguirem sobreviver a esta nova realidade, serão obrigados a unir-se. E assim surge “A República di Mininus”, onde o polícia, político, médico, patrão e empregado são apenas crianças. Nesta nova sociedade a união, respeito e harmonia são palavras de ordem, mas subitamente a paz instituída é quebrada quando cinco crianças soldados chegam à República di Mininus. Trazem consigo passados difíceis e atitudes conturbadas, pelo qual são obrigados a passar por uma prova imposta pelos meninos da nova sociedade: ou se aceitam uns aos outros como um grupo, ou terão de partir novamente para um mundo sem esperança, onde a sobrevivência é algo que não existe
  • Mortu Nega
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Mortu Nega

(França, Guiné-Bissau 1988). De Flora Gomes. Com Bia Gomes, Mamadu Uri Balde, Tunu Eugenio Almada. Em cores/85’.

Sinopse

Sinopse


Ano de 1973. Diminga acompanha um grupo de guerrilheiros camuflados que, no meio do mato, percorre os trilhos usados para levar abastecimentos de Conakri para a frente de combate, onde luta o seu marido, Saco. Dá-se conta que o país que atravessa é terra queimada. Há morte por todo o lado, mas a esperança mantém-na bem viva. No acampamento onde Saco se encontra, mal tem tempo para estar com ele. Progride a luta dos revoltosos, a certeza da vitória comanda. 1977. A guerra terminou. Mas não chega verdadeiramente a terminar. É certo que, onde Diminga vive, por entre lágrimas, há grandes manifestações de alegria. Mas a seca impera, ela tem o marido doente e outra luta começa. Tão dura é a realidade que só o poder dos deuses, os velhos deuses da terra, lhe poderá valer.

* Mostra de Veniza 1988 - Prêmio da C.I.C.A.E. * FESPACO 1989- Prêmio Oumarou Ganda * Journées cinématographiques de Carthage 1990 - Tanit de bronze
  • Nha Fala
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Nha Fala

(França, Guiné-Bissau, Luxemburgo, Portugal 2002). De Flora Gomes. Com Ângelo Torres, Bia Gomes, Danielle Evenou, Fatou Ndiaye, François Hadji-Lazaro, Jean-Christophe Dollé, Jorge Biague, José carlos Imbombo. Em cores/90’.

Sinopse

Sinopse

Em Cabo Verde, todos os acontecimentos que regem a vida social viram música. Mas na família da jovem Vita, uma lenda promete a morte a quem tentar. Na França, onde Vita estuda, ela encontra Pierre, músico, por quem se apaixona. Ela canta e Pierre descobre a beleza de sua voz, convencendo-a a gravar um disco que se torna sucesso. Mas Vita desafiou a tradição, e decide então voltar à casa para confessar à sua família e receber o castigo.