François Wertheimer



Participação nos filmes

Os Catadores e eu

Les Glaneurs et la Glaneuse (França 2000). De Agnès Varda. Com Agnès Varda, Bodan Litnanski, François Wertheimer. Em cores/82’.

Sinopse

Sinopse

Por toda a França, Agnès Varda encontra catadores e catadoras, respigadores e recuperadores. Por necessidade, acaso ou escolha, eles entram em contato com os restos dos outros. A partir de um célebre quadro de Millet, o filme de Varda é um olhar sobre a persistência na sociedade contemporânea dos respigadores, aqueles que vivem da recuperação de coisas (detritos, sobras) que os outros não querem ou deixam para trás. A catadora, nesse sentido, é a própria Agnès Varda, que experimentando pela primeira vez uma pequena câmara digital, se quer assumir como uma “recuperadora” das imagens que os outros não querem ver nem fazer, e que portanto deixam para trás (“le filmage est aussi glanage”). Um filme lúcido e livre, mediado pelas “mãos que envelhecem” da própria cineasta. Seleção oficial no Festival de Cannes 2000 Prêmio Méliès de Melhor Filme Francês 2000 Prêmio da Academia Européia de Melhor Documentário 2000 Prêmio do Público no Festival de Montreal 2000 Hugo de Ouro do Festival de Chicago 2000 Prêmio de Melhor Documentário nos Festivais de Boston e Santa Bárbara 2001 Melhor Filme pelo Sindicato de Críticos Franceses 2001 Prêmio de Melhor Filme de não-ficção do Sindicato de Críticos de Los Angeles e do Círculo de Críticos de Nova Iorque 2001 Melhor Filme no Festival de Praga 2001 Melhor Documentário pela Associação de Críticos Americanos 2002

Uma canta, a outra não

L'une Chante, L'autre Pas (França 1976). De Agnès Varda. Com Ali Raffi, Francis Lemaire, François Wertheimer, Jean-Pierre Pellegrin, Robert Dadies, Thérèse Liotard, Valerie Mairesse. Em cores/120’.

Sinopse

Sinopse

Duas jovens vivem em Paris em 1962: Pauline, 17 anos, é estudante e sonha em largar sua família para virar cantora. Suzanne, 22 anos, ocupa-se de seus dois filhos. Elas se separam e, cada uma de sua parte, continuam sua batalha diária. Elas se reencontram dez anos depois, numa manifestação. Suzanne trabalha num escritório de planejamento familiar e Pauline tornou-se cantora. O destino irá uni-las novamente mais tarde, em 1976, quando elas já terão experimentado a frase de Simone de Beauvoir que conclui os créditos do filme: “Mulher não se nasce, torna-se.” Grande prêmio do Festival de Taormina 1977