Jean-André Fieshi



Participação nos filmes

A primeira onda 1

La première vague 1 (França 1968). De Jean-André Fieshi, Noël Burch. Em cores/76’.

Sinopse

Sinopse

com Jean Mitry, Jean Dréville, Marcel L’Herbier, Alberto Cavalcanti, Michel Duran, Henri Diamant-Berger, Eve Francis, Georges Franju, Jacques Siclier, Claude Ollier, Ado Kyrou


Dedicado aos diretores do cinema mudo que integram a “primeira avant-garde francesa” ou “escola impressionista”: Louis Delluc, Germaine Dulac, Jean Epstein e Marcel L’Herbier, cineastas hoje pouco conhecidos. O título original, La première vague, é uma tentativa de pensar esses cineastas e a Nouvelle Vaguecomo parte de uma mesma tradição.

A primeira onda 2

La première vague 2 (França 1968). De Jean-André Fieshi, Noël Burch. Em cores/76’.

Sinopse

Sinopse

com Jean Mitry, Jean Dréville, Marcel L’Herbier, Alberto Cavalcanti, Michel Duran, Henri Diamant-Berger, Eve Francis, Georges Franju, Jacques Siclier, Claude Ollier, Ado Kyrou


Dedicado aos diretores do cinema mudo que integram a “primeira avant-garde francesa” ou “escola impressionista”: Louis Delluc, Germaine Dulac, Jean Epstein e Marcel L’Herbier, cineastas hoje pouco conhecidos. O título original, La première vague, é uma tentativa de pensar esses cineastas e a Nouvelle Vaguecomo parte de uma mesma tradição.

  • Mosso Mosso, "Jean Rouch como se"
  • Mosso Mosso, "Jean Rouch como se"
  • Mosso Mosso, "Jean Rouch como se"

Mosso Mosso, "Jean Rouch como se"

Mosso Mosso (França 1998). De Jean Rouch, Jean-André Fieshi. Em cores/73’.

Sinopse

Sinopse


Este encontro com Jean Rouch cabe na exatidão do « como se », no qual se evoca o que se tornou para ele uma regra de vida e de cinema: « Ao se fazer ‘como se’, se está muito mais próximo da realidade ». E enquanto Jean Rouch, rodeado de seus amigos de sempre, Damouré e Tallou, fingia filmar um filme intitulado « La Vache Marveilleuse », Jean-André Fieschi conseguia abarcar o homem e seu método. Rende-se, aqui, uma homenagem emocionante imbuída do espírito do cineasta. É em sua relação próxima e respeitosa com seus cúmplices africanos de sempre, Damouré et Tallou, que se descobre plenamente o cineasta, inventivo e camaleão, em osmose com a África.