Olivier Peyon



Participação nos filmes

  • Como Eu Odeio Matemática
  • Como Eu Odeio Matemática
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Como Eu Odeio Matemática

Comment J'ai Détesté les Maths (França 2012). De Olivier Peyon. Em cores/103’.

Sinopse

Sinopse

Você sempre se chateou com a matemática, sempre pensou que ser um inútil em matemática era inevitável, em poucas palavras, você sempre detestou a matemática! Nós poderíamos ter sido felizes rindo dela se a matemática não tivesse tomado um lugar tão importante em nossa sociedade: a Apple, Google, Goldman Sachs nada mais são do que algoritmos e fórmulas matemáticas. Como a matemática acabou sofrendo tal falta de interesse no exato momento em que ela domina o mundo? Através de uma viagem aos quatro cantos do mundo em companhia dos maiores matemáticos, incluindo Cédric Villani (Medalha Fields 2010), Como eu odiava matemática conta como a matemática mudou o nosso mundo para melhor... e, às vezes, para pior.

Férias Roubadas

Les Petitites Vacances (França 2006). De Olivier Peyon. Em cores/90’.

Sinopse

Sinopse

Para Daniele, uma professora aposentada, finais de semana com os netos são o ponto alto de sua rotina. Algumas vezes, contudo, ela faz pouco mais do que “transferir” as duas crianças entre seus pais divorciados. E, de repente, eis que surgem alguns “amigos de amigos” que tomam conta dos pequenos quando o pai não tem tempo para eles. Tudo é organizado, uma maravilhosa rede de caos familiar. Um dia, a avó leva os dois netos a uma viagem improvisada. Ela tenta tanto quanto possível manter a valiosa atmosfera dessas férias roubadas – até que parece impossível retornar. A divertida escapada, então, torna-se uma jornada à melancolia do adeus.
  • O filho uruguaio
  • O filho uruguaio
  • O filho uruguaio
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O filho uruguaio

Une vie ailleurs (França 2017). Com Olivier Peyon. Em cores/97’.

Sinopse

Sinopse

É no Uruguai que Sylvie finalmente encontra a pista sobre o paradeiro de seu filho, sequestrado pelo ex-marido. Com a ajuda de Mehdi, ela vai recuperá-lo, mas as coisas não acontecem como previsto, pois a criança, criada por sua avó e sua tia, parece feliz.