Simone Bitton

Biografia

Simone Bitton nasceu no Marrocos em 1955. De nacionalidade franco-israelense, ela espera possuir um dia a nacionalidade marroquina. Formada pela IDHEC, dirigiu uma quinzena de documentários que testemunham seu engajamento por  uma melhor compreensão da história e das culturas da África do Norte e do Oriente Médio (especialmente <span style="font-style: italic;">Palestine, histoire d'une terre</span>, 1997, <span style="font-style: italic;">L'Attentat</span>, 1998, <span style="font-style: italic;">Ben Barka</span>, <span style="font-style: italic;">L'Équation marocaine</span>, 2001 e <span style="font-style: italic;">Citizen Bishara</span>, 2001). <span style="font-style: italic;">Muro</span> foi seu primeiro longa metragem produzido para o cinema.




Participação nos filmes

  • Muro
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Muro

Mur (França 2004). De Simone Bitton. Em cores/100’.

Sinopse

Sinopse


Margeando a linha de separação que segrega uma região carregada de história, Simone Bitton recolhe palavras, cantos e reações, em Hebreu e em Árabe, daqueles que o muro separa: crianças, trabalhadores, militares. Uma mediação cinematográfica muito pessoal, apresentada por uma diretora que mistura as pistas de ódio, afirma sua dupla cultura judia e árabe: "Esse muro que eu filmei faz parte de mim mesma assim como forma parte do horizonte mental e humano de meus personagens (...) Muro é um filme político porque tudo é política, no entanto não fala de política. O filme fala de mim, de nós".
* Selecionado em numerosos festivais internacionais (Quinzaine des Réalisateurs- Festival de Cannes 2004), recebeu o Grande Prêmio do FIDMarseille 2004, e entrou em cartaz na França em 2004. *

  • Rachel
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  • Rachel
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Rachel

(Bélgica, França 2009). De Simone Bitton. Em cores/100’.

Sinopse

Sinopse

Em 2003, a pacifista americana Rachel Corrie, de 23 anos, foi morta na Faixa de Gaza, ao tentar impedir a destruição de casas palestinas por uma escavadeira do exército israelense. A investigação da polícia militar de Israel concluiu que a morte foi acidental, mesmo havendo testemunhas que afirmassem o contrário, e o caso foi encerrado. Entrevistando diversos envolvidos, o documentário investiga o acontecido e busca revelar as motivações de Rachel, através da leitura de seu diário virtual, resultando numa meditação sobre o idealismo e as utopias políticas da juventude hoje.