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  • A Assembleia
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  • A Assembleia

A Assembleia

L'Assemblée (França 2017). Com Mariana Otero. Em cores/99’. Classificação etária Livre .

Sinopse

Sinopse

Em 31 de março de 2016, na Praça da República em Paris, nasce o movimento Nuit debout. Durante mais de três meses, pessoas de todos os horizontes experimentaram a invenção de uma nova forma de democracia. Como falar juntos sem falar de uma só voz?
A Audiência

A Audiência

L'Udienza (França, Itália 1971). De Marco Ferreri. Com Michel Piccoli. Em cores/114’.

Sinopse

Sinopse

O cantor pop Enzo Jannacci interpreta Amadeo, um camponês que vai ao Vaticano para tentar encontrar o Papa, nesta comédia do diretor Marco Ferreri. Os momentos mais engraçados da produção estão na batalha de Amadeo com os burocratas do Vaticano e suas tentativas de tentar falar com o Pontífice. O elenco do filme também garante outros bons momentos de diversão.
A Aula de Violão

A Aula de Violão

La Leçon de Guitare (França 2005). De Martin Rit. Em cores/18’.

Sinopse

Sinopse

Michel está na casa dos quarenta e não faz muita coisa na sua vida. Quando encontra um anúncio dizendo “Jovem dá aulas de violão para principiantes”, e ele decide se lançar.

A avenida Champs-Elysées

Les Champs -Elysées (França 1965). De Maurice Pialat. Em cores/7’.

Sinopse

Sinopse

Avenida Champs-Elysées: dia e noite, lojas, cinemas, entretenimento.
  • A Aventura
  • A Aventura

A Aventura

À l’aventure (França 2008). De Jean-Claude Brisseau. Em cores/104’.

Sinopse

Sinopse

Sandrine está insatisfeita com a vida, mas não em plena consciência da profundidade do seu tédio, até surgir uma conversa com um homem no parque, que filosoficamente discute sobre a morte emocional. Convicta a mudar de vida, Sandrine decide deixar para trás o emprego e um namoro insatisfatório.
  • A Baía dos Anjos
  • A Baía dos Anjos
  • A Baía dos Anjos

A Baía dos Anjos

La Baie des Anges (França 1962). De Jacques Demy. Com Claude Mann, Jeanne Moreau, Paul Guers. Em preto e branco/89’.

Sinopse

Sinopse

"Eu quis desmontar e mostrar o mecanismo de uma paixão. Isso poderia ser o álcool e a droga, por exemplo. Não era somente um jogo em si" (JACQUES DEMY). Jackie é uma parisiense de meia idade que deixa seu marido e filhos para se aventurar no mundo das apostas em Nice, onde estará em jogo não apenas o frenesi das roletas do cassino, mas também o do ciclo da sedução.
  • A bailarina
  • A bailarina

A bailarina

Ballerina (Canadá, França 2016). Em cores/90’.

Sinopse

Sinopse

De Eric Summer e Éric Warin. 1869, uma menina órfã decide abandonar a vida que tinha, fugindo para Paris em busca do sonho de se tornar uma grande bailarina. Chegando lá, ela decide se passar por outra pessoa e acaba conseguindo uma vaga no Grand Opera.
  • A Banda
  • A Banda

A Banda

Bikur Hatizmoret (França, Israel 2007). De Eran Kolirin. Com Ronit Elkabetz. Em cores/90’.

Sinopse

Sinopse

Era uma vez, há não muito tempo, uma pequena banda da polícia egípcia que chegou a Israel. Eles vieram para tocar na cerimônia de inauguração de um centro cultural árabe, mas por causa da burocracia, falta de sorte ou qualquer que seja a razão, são esquecidos no aeroporto. A banda tenta se deslocar por conta própria, mas vai parar numa pequena, desolada e quase esquecida cidade israelense, em algum lugar no coração do deserto. Uma banda perdida numa cidade perdida – pouca gente se lembra disso. * A obra conquistou oito prêmios da Academia de Cinema de Israel: melhor filme, direção, roteiro, ator (Sasson Gabai), atriz (Ronit Elkabetz), ator coadjuvante (Saleh Bakri), música e figurinos. *
  • A Batalha de Argel
  • A Batalha de Argel
  • A Batalha de Argel

A Batalha de Argel

La Bataille d'Alger (Argélia, França, Itália 1966). De Gillo Pontecorvo. Em preto e branco/121’.

Sinopse

Sinopse

A Batalha de Argel descreve eventos decisivos da guerra pela independência da Argélia, marco do processo histórico de libertação das colônias européias na África. A ação concentra-se entre 1954 e 1957, mostrando como agiam os dois lados do conflito: enquanto o exército francês recorria à política de eliminação e à tortura, a Frente de Libertação Nacional desenvolvia técnicas não convencionais de combate baseadas na guerrilha e no terrorismo. Neste filme de imensa atualidade, o mestre italiano Gillo Pontecorvo mudou a história do cinema político ao construir uma narrativa de tirar o fôlego, em que mistura técnicas de documentário e de ficção.

  • A Batalha de Paris
  • A Batalha de Paris

A Batalha de Paris

Nuit Noire, 17 octobre 1961 (França 2005). De Alain Tasma. Com Vahina Giocante. Em cores/106’.

Sinopse

Sinopse

História real e omitida da historiografia oficial francesa: a noite de 17 de outubro de 1961, quando centenas de manifestantes argelinos foram assassinados pela polícia francesa durante um protesto contra a prisão de 11 mil argelinos, promovida pelo chefe de polícia de Paris, Maurice Papon. O aprisionamento em massa ocorreu justamente no momento em que o presidente da França, Charles de Gaulle, negociava o fim da Guerra da Argélia e os termos da independência do país. O filme acompanha as histórias de personagens com diferentes pontos de vista sobre os acontecimentos. Feito originalmente para a televisão com uma estética aproximada do documentário, participou do Festival de Toronto de 2005.